Desordem no rastro da riqueza
Para tentar evitar que a construção da Usina Nuclear Angra 3 provoque a expansão de favelas em Angra dos Reis (RJ) - como a que aconteceu durante a construção de Angra 1 e 2, da Rodovia Rio-Santos, do estaleiro Verolme e do terminal marítimo da Petrobras -, as secretarias municipal de Meio Ambiente e estadual do Ambiente, além do Ministério Público, anunciam medidas. A prefeitura, por exemplo, proibiu em decreto a construção de alojamentos. E aumentou o número de fiscais e o valor das multas por construções irregulares. O rastro de destruição no passado foi grande. O secretário municipal de Meio Ambiente, Marco Aurélio Vargas, estima que de 70% a 80% das habitações em Angra - em favelas, além de loteamentos e construções não licenciados - sejam irregulares -
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