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quarta-feira, 7 de julho de 2010

gil

A política pública não dá conta de suprir tudo


Há 15 anos Raimundo Moraes atua na área ambiental. Ele é promotor do Ministério Público Estadual do Pará e, na função, tem a tarefa de trazer à tona conflitos que opõem de um lado grandes empresas e de outro membros de comunidades tradicionais e entidades da sociedade civil. A experiência lhe deu a noção do desequilíbrio que existe nesta relação. Em entrevista, ele diz que encontrar um advogado que entenda do tema para defender uma comunidade num processo contra empresas é difícil. A empresa tem muitos especialistas, e a comunidade acaba perdendo. Para suprir esta lacuna, ele acaba de criar, junto com advogados ligados a entidades ambientais, o Instituto de Direitos Humanos e Meio Ambiente da Amazônia, que capacitará profissionais e membros de comunidades sobre temas ligados à região

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