Faltam políticas coerentes
"O setor de energia no Brasil enfrenta ao longo dos últimos 40 anos dois graves problemas que o vêm transformando num ponto de estrangulamento ao crescimento da economia. O primeiro é a presença de um planejamento de curto prazo que alterna políticas intervencionistas com aquelas mais voltadas para o mercado. O segundo é a total indefinição do papel dos órgãos de governo e de suas estatais no quadro institucional. Os exemplos são muitos, porém citaríamos a questão das licenças ambientais, onde são totalmente confusos os papéis dos órgãos envolvidos na sua emissão. Esses dois problemas trazem insegurança regulatória, inibem investimentos de longo prazo, em particular os privados, e tiram competição da indústria brasileira. Qual seria a solução?", artigo de Adriano Pires
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